As Dez Elegias que Acabam a Poesia exigem paciência e escuta. A voz é fraturada, inconsolada; o sujeito surge como resto, tensão, memória de si. Palavras como niilação, quiliocosmos, nictofa...

As dez elegias que acabam a poesia
As Dez Elegias que Acabam a Poesia exigem paciência e escuta. A voz é fraturada, inconsolada; o sujeito surge como resto, tensão, memória de si. Palavras como niilação, quiliocosmos, nictofania, Laniakea abrem fendas no idioma e levam a língua ao limite. No ce...
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As Dez Elegias que Acabam a Poesia exigem paciência e escuta. A voz é fraturada, inconsolada; o sujeito surge como resto, tensão, memória de si. Palavras como niilação, quiliocosmos, nictofania, Laniakea abrem fendas no idioma e levam a língua ao limite. No centro, Ângela resiste à dispersão. O poema avança por ecos e retornos, sem transparência imediata. Ler é aceitar o risco: a linguagem torna-se travessia, densidade rara. MICAELA SANTOS
Constantin Barbu
Editorial Autografía
9791388470325
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92
21 x 14 cm
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