Há quem te veja presa ao anoitecer dos ramos: os relâmpagos vão a escrever nos rosários, quando se despenham até às novas tabernas no centro de uma nuvem. Há quem te veja presa ao anoitecer...

As gUcirc;ndolas nas grandes luas de Plutão
Há quem te veja presa ao anoitecer dos ramos: os relâmpagos vão a escrever nos rosários, quando se despenham até às novas tabernas no centro de uma nuvem. Há quem te veja presa ao anoitecer dos ramos: perde-me outra vez, hoje, suavemente, perde-me os teus copo...
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Há quem te veja presa ao anoitecer dos ramos: os relâmpagos vão a escrever nos rosários, quando se despenham até às novas tabernas no centro de uma nuvem. Há quem te veja presa ao anoitecer dos ramos: perde-me outra vez, hoje, suavemente, perde-me os teus copos de lagos frágeis ou um altar de mães nestas estações rápidas; se fores pelos rios, verás o tardio Junho numa noite de casas, a dele, a nossa, uma estrela agarrada a um ramo quase a desfazer-se, luminosa, sobre a noite
Trigo Eugénio
Edições Vieira da Silva
9789898545664
Por confirmar
2012
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74
29.4 x 20 cm
Biblioseller
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