Como as serpentes, as mulheres mudam de pele. Isto acontece sempre que há uma crise, uma dor profunda, uma necessidade de mudar ou crescer. Nestes momentos, em que o conhecido e o seguro dei...

O MITO DE OPHÍDIA
Como as serpentes, as mulheres mudam de pele. Isto acontece sempre que há uma crise, uma dor profunda, uma necessidade de mudar ou crescer. Nestes momentos, em que o conhecido e o seguro deixam de estar lá e de nos proteger, há que procurar uma gruta onde nos...
Lectores que buscan El yo, el ego, la identidad y la personalidad.
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Como as serpentes, as mulheres mudam de pele. Isto acontece sempre que há uma crise, uma dor profunda, uma necessidade de mudar ou crescer. Nestes momentos, em que o conhecido e o seguro deixam de estar lá e de nos proteger, há que procurar uma gruta onde nos possamos enroscar e esperar que a nova pele surja. O novo arquétipo que se ativa nas mulheres - Ophídia - pede-nos tarefas arquetípicas profundas e extraordinariamente sanadoras ao longo do nascimento de uma nova pele e de reencontro com a nossa alma. Com uma estória pessoal como pano de fundo e por entre os símbolos, as estórias e as metáforas, O Mito de Ophídia mostra-nos um feminino que encara a vida de frente, sem floreados, respeitando os ritmos e os ciclos, abraçando a criatividade inerente a todas as mulheres e honrando a sacralidade da vida nos seus mais ínfimos instantes.
Gonçalves Élia
Mahatma, Editores e Distribuidores Lda
9789899973664
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2017
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138
21 x 14.8 cm
Biblioseller
7 a 10 días
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