Não há bela sem senão nas esplanadas de Milão assim se intitula um dos textos marcantes desta obra, em que o autor reflete, aos doze anos, sobre os primórdios de uma crise pandémica que nos...

Pandemia de Versos
Não há bela sem senão nas esplanadas de Milão assim se intitula um dos textos marcantes desta obra, em que o autor reflete, aos doze anos, sobre os primórdios de uma crise pandémica que nos haveria de acompanhar bem para lá do expectável, retratando-a nas suas...
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Não há bela sem senão nas esplanadas de Milão assim se intitula um dos textos marcantes desta obra, em que o autor reflete, aos doze anos, sobre os primórdios de uma crise pandémica que nos haveria de acompanhar bem para lá do expectável, retratando-a nas suas múltiplas dimensões de angústia, de esperança, de confinamento (nas ideias e não só), de alívio, da falta dos abraços e da promessa que eles voltem Também a política, na sua aceção mais nobre mas também no seu sentido mais corriqueiro, merecem especial destaque, traduzindo o apego que o autor já revela a valores democráticos e republicanos. O tempo, o amor e outras inquietações constituem outros tantos capítulos desta obra, abordados com uma frescura que nos transporta e faz sonhar, ora ao de leve, ora com angustiada agrura. No fim, há esperança, porque afinal, em toda a gente, há uma flor invisível.
Leal Vasco
Mário Brito Publicações Unipessoal, Lda | 5livros
9789897822803
Por confirmar
2021
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152
23.5 x 16 cm
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7 a 10 días
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