Esta imagem para mim, por si só, já é um poema. Um poema cheio de mensagens que não rimam, mas que se podem sentir, interpretar de vários ângulos. Para mim é a representação da cegueira, que...

POLICROMIA PARA CEGOS
Esta imagem para mim, por si só, já é um poema. Um poema cheio de mensagens que não rimam, mas que se podem sentir, interpretar de vários ângulos. Para mim é a representação da cegueira, que apesar de parecer triste para quem vª, pode ser um mundo cheio de out...
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Esta imagem para mim, por si só, já é um poema. Um poema cheio de mensagens que não rimam, mas que se podem sentir, interpretar de vários ângulos. Para mim é a representação da cegueira, que apesar de parecer triste para quem vª, pode ser um mundo cheio de outros sentidos para quem não vª, para quem é cego. Esta imagem sente, ouve, tem momentos de alegria e de tristeza, atrai o que voa, não deixa de ser bela, por dentro e por fora, igual ao belo que existe para quem enxerga. Porque é que a cegueira tem de ser feia?! Não tem, e esta imagem mostra que a cegueira também pode ser bela, seja num rosto bonito, seja no som de um simples voo de uma gaivota, seja num céu cinzento e carregado de chuva.... Por vezes o cego é o que enxerga melhor, e ela, bela, enxerga tudo... ANA AREAL ? Ilustradora da capa
Récio Blanco Jesus
Edições Vieira da Silva
9789897368967
Por confirmar
2017
Por confirmar
80
22 x 15 cm
Biblioseller
7 a 10 días
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